Home / Transportes / A expectativa dele é de que ainda nesta segunda-feira (6/2), as tropas estejam nas ruas e a situação comece a voltar à normalidade compartilhar: Facebook Google+ Twitter postado em 06/02/2017 09:37 Agência Estado Beto Oliveira/Agência Câmara O governador em exercício, César Colnago (PSDB), pediu o apoio do Ministério da Justiça para o envio da Força Nacional e da Defesa para as tropas militares O governo federal autorizou o envio da Força Nacional e das Forças Armadas para reforçar o policiamento nas ruas de cidades do Espírito Santo, informou o secretário de Segurança Pública do Estado, André Garcia, em entrevista à Rádio Estadão. A expectativa dele é de que ainda nesta segunda-feira (6/2), as tropas estejam nas ruas e a situação comece a voltar à normalidade. Desde a noite de sexta-feira (3/2), familiares e amigos de policiais militares estão realizando manifestações em ao menos 30 cidades do Espírito Santo, impedindo a saída das viaturas para as ruas e afetando a segurança desses municípios. No domingo, dia 5, o comando da Polícia Militar foi substituído. O governador em exercício, César Colnago (PSDB), pediu o apoio do Ministério da Justiça para o envio da Força Nacional e da Defesa para as tropas militares, disse o secretário. O pedido foi reforçado pelo governador, Paulo César Hartung (PSDB), que está internado em São Paulo, ao presidente Michel Temer – e teve resposta positiva, segundo o secretário. “O policiamento não pode ser descontinuado. Estamos fazendo prevalecer a Constituição, temos que ter policiamento. Se não for pela Polícia Militar, será pela Força Nacional e pelas Forças Armadas”, disse o secretário. Saiba mais Vitória suspende aulas e atendimento em postos de saúde após protestos Espírito Santo fica sem policiamento nas ruas e caos é instalado Onda de assaltos e homicídios gera cenas de caos no Espírito Santo Garcia reforçou que as negociações com os policiais, diante das reivindicações de reajuste salarial e melhores condições de trabalho, serão feitas apenas quando o policiamento na rua for retomado e a situação estiver controlada. “Assim que retornar a normalidade, o governo vai manter as portas abertas, como sempre o fez”, afirmou. O secretário frisou que segurança pública é questão de segurança nacional e “não pode ser submetida a interesses corporativos, por mais legítimos que eles sejam”. Garcia disse que o governo ainda não recebeu uma proposta objetiva de reajuste salarial e que não há no momento folga no orçamento para revisões de remuneração aos servidores. “O pagamento dos servidores está em dia, as contas equilibradas mas não há folga de caixa para se pensar nisso hoje (em reajuste), diante de queda da arrecadação e crise econômica”, explicou. A criminalidade, incluído o número de homicídios, aumentou com a falta de policiamento nos últimos dias, afirmou o secretário, mas ainda não há levantamentos oficiais da quantidade de crimes e da real situação do Estado. “Certamente nós tivemos incremento da criminalidade, o número de homicídios aumentou. Com movimentos como esse, os resultados, depois de sete anos seguidos com redução de crimes letais e intencionais, ficam prejudicados para 2017”, disse. Na manhã desta segunda-feira, a prefeitura de Vitória suspendeu o funcionamento das escolas municipais no período da manhã e de todas as unidades de saúde por causa do protesto.

A expectativa dele é de que ainda nesta segunda-feira (6/2), as tropas estejam nas ruas e a situação comece a voltar à normalidade compartilhar: Facebook Google+ Twitter postado em 06/02/2017 09:37 Agência Estado Beto Oliveira/Agência Câmara O governador em exercício, César Colnago (PSDB), pediu o apoio do Ministério da Justiça para o envio da Força Nacional e da Defesa para as tropas militares O governo federal autorizou o envio da Força Nacional e das Forças Armadas para reforçar o policiamento nas ruas de cidades do Espírito Santo, informou o secretário de Segurança Pública do Estado, André Garcia, em entrevista à Rádio Estadão. A expectativa dele é de que ainda nesta segunda-feira (6/2), as tropas estejam nas ruas e a situação comece a voltar à normalidade. Desde a noite de sexta-feira (3/2), familiares e amigos de policiais militares estão realizando manifestações em ao menos 30 cidades do Espírito Santo, impedindo a saída das viaturas para as ruas e afetando a segurança desses municípios. No domingo, dia 5, o comando da Polícia Militar foi substituído. O governador em exercício, César Colnago (PSDB), pediu o apoio do Ministério da Justiça para o envio da Força Nacional e da Defesa para as tropas militares, disse o secretário. O pedido foi reforçado pelo governador, Paulo César Hartung (PSDB), que está internado em São Paulo, ao presidente Michel Temer – e teve resposta positiva, segundo o secretário. “O policiamento não pode ser descontinuado. Estamos fazendo prevalecer a Constituição, temos que ter policiamento. Se não for pela Polícia Militar, será pela Força Nacional e pelas Forças Armadas”, disse o secretário. Saiba mais Vitória suspende aulas e atendimento em postos de saúde após protestos Espírito Santo fica sem policiamento nas ruas e caos é instalado Onda de assaltos e homicídios gera cenas de caos no Espírito Santo Garcia reforçou que as negociações com os policiais, diante das reivindicações de reajuste salarial e melhores condições de trabalho, serão feitas apenas quando o policiamento na rua for retomado e a situação estiver controlada. “Assim que retornar a normalidade, o governo vai manter as portas abertas, como sempre o fez”, afirmou. O secretário frisou que segurança pública é questão de segurança nacional e “não pode ser submetida a interesses corporativos, por mais legítimos que eles sejam”. Garcia disse que o governo ainda não recebeu uma proposta objetiva de reajuste salarial e que não há no momento folga no orçamento para revisões de remuneração aos servidores. “O pagamento dos servidores está em dia, as contas equilibradas mas não há folga de caixa para se pensar nisso hoje (em reajuste), diante de queda da arrecadação e crise econômica”, explicou. A criminalidade, incluído o número de homicídios, aumentou com a falta de policiamento nos últimos dias, afirmou o secretário, mas ainda não há levantamentos oficiais da quantidade de crimes e da real situação do Estado. “Certamente nós tivemos incremento da criminalidade, o número de homicídios aumentou. Com movimentos como esse, os resultados, depois de sete anos seguidos com redução de crimes letais e intencionais, ficam prejudicados para 2017”, disse. Na manhã desta segunda-feira, a prefeitura de Vitória suspendeu o funcionamento das escolas municipais no período da manhã e de todas as unidades de saúde por causa do protesto.

Foto: Ariadne Marsal

Estudantes da rede pública e privada do Distrito Federal continuam enfrentando problemas para utilizar o cartão do Passe Livre Estudantil (PLE). Em janeiro, os alunos foram informados de que a situação estaria regularizada a partir de 1º de fevereiro. Como o problema persiste, alunos voltaram a comparecer aos postos do DFTrans, órgão responsável pela gestão do transporte público. Na tarde desta segunda-feira (6), o posto da Galeria dos Estados registrou longas filas para a validação do cartão, que está com status vencido.

A estudante Anna Helena Bruno, 21, que mora em São Sebastião e cursa fisioterapia na Asa Sul, é uma das que enfrenta o problema e afirma que a permanência do impasse cria uma situação bastante complicada. “Não sei como vou fazer para arcar com todo o custo por não conseguir utilizar o cartão. Nessa situação o orçamento pesa. Faço estágio e não dá para bancar tudo”, relata.

Para Junior Paiva, 21, a situação não é diferente. O jovem mora no Gama e diz que a ausência do benefício o tem preocupado. “Já tentei passar o cartão diversas vezes, e sempre aparece ‘cartão vencido’. Minhas aulas voltam essa semana e eu não tenho condição de desembolsar R$ 10 reais por dia. É pesado”, desabafa.

Segundo a estudante Jéssica Aires, 22, que mora no Paranoá, ela recebeu um email do DFTrans alegando que se não houvesse pendências no cadastro era só aguardar que o cartão voltaria ao normal. A jovem, no entanto, garante que nada disso aconteceu. “Não tenho nenhuma pendência. Já passaram 15 dias desde que recebi essa informação e nada”, conta.

Versão oficial

Segundo o DFTrans a maioria dos cerca de 240 mil beneficiários está utilizando o cartão normalmente. Informou ainda que relatos de cartões vencidos se devem à existência de alguns ônibus que ainda podem estar trafegando com validadores (leitoras de cartões) desatualizados. “Desta forma, estudantes cujos cartões não funcionaram devem anotar o número do ônibus, linha e horário, entrar em contato com a ouvidoria pelo número 162, e registrar ocorrência, para que a fiscalização seja acionada”, comunicou.

A Subsecretaria de Fiscalização, Auditoria e Controle (Sufisa) da Secretaria de Mobilidade (Semob) esclarece que os veículos flagrados nessa situação têm sido retidos e as empresas, notificadas. O valor da multa é R$ 900, por ocorrência.

De acordo com o DFTrans, podem ocorrer ainda problemas pontuais em cartões, como desmagnetização ou dano no chip interno. “Para saber se é esse o caso, o estudante deve levá-lo a um dos postos de atendimento do PLE (Na Hora de Taguatinga, Gama ou Ceilândia, rodoviária de Sobradinho, Rodoviária do Plano Piloto ou Galeria dos Estados), para que seja feita uma avaliação do cartão. Constatado o problema, a segunda via deverá ser solicitada”.

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